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O tal do giro duplo

Oi oi meus amores, tudo bem? ❤
No post de hoje vamos falar do tão tenebroso e lindo giro através de um depoimento sobre a experiência com giros. :)

Vamos conferir?

o tal do giro duplo

 

Eis que chegou o tempo. O tempo do fouetté, do pas de valse na ponta, alternando os braços (acreditem, eu acho bem complicado! rs) e… do giro duplo. Os dois primeiros são só uma questão de repetição e concentração, porque a mecânica do corpo eu já entendi. Mas o giro… Confesso que já estou há 1 mês tentando entender como funciona, como ele acontece. Quase sempre no final da aula, na diagonal, fazemos uma sequencia de tour piquésque termina com um duplo. Eu nunca fiz nem duas piruetas, então, foi uma novidade extremamente “exótica” tentar continuar girando. rs Eu costumo bocejar nas aulas de ballet e só aprendo uma sequência na barra depois de meses — isso porque minha aula é sempre à noite, às vezes 20h30, e já estou muito, muito cansada do dia. Minha professora de Brasília dizia que era ok, porque ali eu relaxava. E relaxo mesmo. Esqueço, desligo. Faço tudo com bastante empenho, claro, e depois que decoro, vai no automático. Mas quando chega o giro duplo, preciso dar aquela concentrada de novo. De onde vem a força? Até onde entendi, do abdômen. E o segredo pra continuar, pro seu cérebro entender o que vem a seguir? É só girar de novo a cabeça? Como seu corpo simplesmente continua girando nas pontas? Não sei como é pra vocês mas, pra mim, é muita coisa pra pensar num momento tão rápido, de sequências, e ainda estou acostumando meu corpo — e me acostumando a dar a ele as devidas direções também. Quando consigo alinhar tudo (postura, execução correta do passo, força no abdomen e dois giros da cabeça) ele sai. Meio desiquilibrado, quase caindo (e às vezes, faço na meia ponta pra conseguir realizar o passo corretamente e, então, subir pra executa-lo na ponta) mas sai. Mas que demora, né? Bem, mas quem disse que ballet era fácil? Só de eu ter chegado nesse desafio, já fico feliz. Lembro de quando não sabia nem fazer quinta posição, ou pas de valse na meia ponta e — quem diria? — hoje eu só faço aula nas pontas (e nem saio tão arrebentada assim). Giro duplo é pinto (falando pra ver se de fato isso acontece rs).

 

por Carol Lancelloti

Texto publicado originalmente no blog I Love Ana Botafogo.

 

E quais são as experiências de vocês com giros duplos, triplos?

Podem contar aqui pra gente. 🙂

 

Espero que tenham gostado.❤
Beijinhos e até a próxima!

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